sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sim o Cambuca Rio 20 esta a venda

O que  diferencia os homens e meninos e  o tamanho dos brinquedos ...


Segue algumas fotos  do  veleiro com interior  ja pintado.

 

 
 





















Lixa  comeu sota antes,  para melhor aderência  do primer 



 correção de  falhas

a tinta de fundo ja aplicada.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

varios acidentes nos corais

Os   caras   resgatam os barcos  que  acidentam   nos corais 

https://www.facebook.com/Chantier-Naval-Raiatea-Car%C3%A9nage-Services-125191620853468/








quinta-feira, 12 de junho de 2014

Apenas faça o que você quer fazer!!!

Enquanto a  reforma do barco nao sai,   vamos navegando na internet -----

Dentre  os varios  blogs e paginas que acompanho   tem um que  achei  bem interessante:

uma frase que me levou a   escrever este post:

- Just DO what YOU want!!! Apenas faça o que você quer fazer!!!


Conta   as aventuras  de um casal  pelo Caribe:



http://duplaventura.blogspot.com.br/2014/02/conselho-de-um-sabio-velejador.html











sábado, 31 de maio de 2014

Enquanto a reforma nao sai .....


Enquanto  a reforma não sai,   vamos olhando os barcos dos outros.

Dentre os muitos  blog e  fórum que acompanho um que gosto  muito.
o cara  tem umas  ideias bem bacana para solucionar seu  pouco espaço dentro do barco.


segunda-feira, 28 de abril de 2014


Cabos e  escotas,  um grande e pro grande 

Ja estava com um plano B  para os  moitões violinos  e  escotas do grande e o burro, so que neste final de semana consegui   arrematar um conjunto, na verdade dois,  de controle da vela grande e do burro. 

Nada  como um boa lavada e umas  boas borrifadas de WD40  para   tudo voltar a funcionar perfeitamente.
Agora eh so esperar  a ida ao barco para  testar como vai  ficar, pois  todo o material era de um Samoa 29. 













o material apos uma boa lavagem  tudo  funcionando.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

velas  o motor de  todo veleiro.

Uma coisa  que ficou  por verificar foi a  questao das velas  pois com velas velhas e mal tratadas por anos  nao se vai a lugar algum.

 Entao tava decidido o Cambuca  ganharia  novas velas  mas,  ai surgiram as duvidas:
Queria velas novas  que  desse  uma nova  cara ao barco, e lendo um post do Arnaldo Andrade da Cognac velas sobre as velas novas para  um cruiser 23  fiquei empolgado

Mastreação alterada (cruzetas anguladas, fuzis na borda, estai de popa suprimido) e velame de acordo


O  barco   iria ficar  lindo mas.....quem sabe na próxima troca do velame??


Com as alterações propostas para o novo arranjo do velame, o valor da brincadeira iria subir sem sombra de duvidas.

O orcamento para as novas velas estava na ponta do lápis entao a razao falou mais alto, deixemos as coisas no lugar onde ja estao,

Colocando o plano b em ação:

Nao adianta  ter velas novas com a mastreação em xeque, pois o  barco estava  a tempos velejando com velas ja  com bastante horas de  voo.
A revisão da  mastreação  devera ocorrer quando o  barco subir  para a pintura de fundo e troca das  buchas do leme 
Isso  esta prometido para meados de ......  nao  vou colocar  o prazo  pois ainda nao  tenho a  dispo$$$sicao  total.
Prometo que quando o barco subir   volto a postar mais  fotos e comentarios sobre o barco.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Apresentacao do Cambuca

O cambucá, ou cambucazeiro, é uma árvore frutífera endêmica do Brasil e nativa da zona litorânea da Mata Atlântica. Seu fruto fez parte cotidiano dessa região até a primeira metade do século XX mas hoje é pouquíssimo conhecido.
Da família das Myrtaceaes, à qual pertencem frutas populares, como a Goiaba, Jabuticaba, e Pitanga e e outras frutas igualmente esquecidas, como o Cambuci, Araçá e Gabiroba, há quem diga que o cambucá é uma das frutas mais saborosas que há no Brasil e no mundo.
Suas flores são brancas e surgem solitárias ou em grupos no caule e, como nas jabuticabeiras, os frutos do cambucá brotam direto do caule da árvore.
Os frutos tem de 4 a 7 cm de diâmetro, são arredondados e achatados nos pólos, tem a casca lisa, com sulcos de leve relevo longitudinais e coloração intensamente amarelo-alaranjada. Sua polpa é suculenta e também amarelo-alaranjada; seu sabor, que lembra o da jabuticaba, é intenso e de um agridoce balanceado sem adstringência.
Considerada uma raridade da Mata Atlântica, a espécie está praticamente limitada ao que restou de seu ambiente natural, alguns pomares de produtores de frutas raras, jardins botânicos e poucas chácaras e quintais anônimos.

Ficheiro:P edulis 01.JPG

o fruto Cambuca   fruta edemica da mata Atlântica.

 O veleiro Rio 20  foi re-encontrado em uma enseada de aguas claras da ponta da Figueira  em Angra do Reis Rj

Angra dos Reis - Figueira beach
foto Jorge Portugal
( Cambuca esta no centro da foto)
Um  lugar maravilhoso  ha 30 minutos do centro de Angra, e  longe de tudo, barulho, o burburilho do centro, lojas nauticas, as poucas que existem em Angra. Sic  como assim longe ?? e as peças de reposicao ??
Tinha que fazer um lista do que iria precisar e quando voltasse  ao barco ja teria  que trazer do Rio.
 Uma das vezes que fui para  o barco ver o que poderia fazer com o barco na poita e sem barco de apoio, quase  afoguei a  mochila com tudo dentro  ( celular, carteira, comida as roupas ), o pessoal que estava na praia na deve ter entendido nada.

O veleiro 





 O  veleiro foi  concebido pelo famoso escritório do Cabinho, como nao poderia ser diferente, o barco é  edemico, digo,este barco tem algumas particularidades e modificacoes:
Um mastro dos veleiros Atoll 23, perai .....  um 20 pes com um mastro de 23  ??  sim  vamos as contas









É uma seção de mastro de Atoll 23 porém mais alta um pouco que a do Atoll.  A planta da imagem anexa mostram barcos com a mesma área vélica total (18,1 metros quadrados reais).

 estudo da Area velica




















Rearranjo interno:
O barco foi a remocao das anteparas que divide a cabine central e o camarote de proa, para o teto da cabine nao vir abaixo com o a compressão do mastro foi  colocado apoios laterais, com isso teve melhor ventilacao  interna e  luminosidade.


















Estado geral do veleiro:

A primeira providencia foi  procura de algo que pudesse comprometer os planos  futuros, a primeira coisa que vi foram  os  esticadores do mastro, estavam sem as cupilhas dos esticadores.



Esta epopeia  durou  bem uns 3 meses, ao final do 3 mês, nao estava tranquilo de deixar o barco tao distante, então estava decidido:  o barco iria  pra mais perto do Rio.
Nao queria  trazer o  barco para o Rio pois  seria mais dificil  dar uma geral no barco, apesar de estar mais perto.

Começava  um nova etapa:  onde deixar o barco mais perto do Rio e tambem proximo a Ilha Grande ?
Ai surgiu um  papo com meu amigo Rodrigo França que tinha  uma  "marina estaleirocasa"  em Mangaratiba que era o Miltinho,  pessoa gente toda vida dispost a ajudar no que for preciso.
Batido o martelo de onde deixar  o barco,  seria  melhor  para ambos ( eu e o Cambuca) vinha a outra duvida que era como fazer o translado  de Angra a Mangaratiba.

 Novamente o Rodrigo  foi escalado para a  empreitada, acertado  o dia,  foi uma verdadeira maratona:
Saimos  do Rio As 4:00 da manha de sabado para chegar em Angra na ponta da Figueira ainda cedo, tava tudo no esquema: comprar combustivel para o potente motor de  popa de Mercury 3.3 no  centro de Angra comprar mais  alguma coisa pra comer durante a  travessia. ( na empolgacao esqueci deste pequeno  detalhe)
 Chegando a praia da  Figueira deixamos o carro no acesso que da a praia,  ainda teriamos que cair na agua pra dar uma raspada no barco,  coisa  simples, trabalho de  2 horas revezando o raspador para nao cansar, conseguimos  fazer uma meia sola,  tinha um  eco sistema completo da vida marinha junto a casco.
Terminado esta faze de limpeza   chegou a hora de carregar a tralha toda que tinhamos trazido  para a travessia, a parte mais  complicada seria  levar e colocar o motor  de popa no barco, isso saindo da areia.

Feito  todas as checagens antes de partirmos,  lembrei que na beira da praia  tem uma pequena queda d'agua, nao conversei e com os  galoes que tinha no barco desci novamente fui  encher os  galoes, isso seria de grande valia  na travessia.

Nota:  nao tivemos o trabalho de   levantar as  velas  pois na hora da saida  nao  tinha  seque uma gota de  vento, zero  nadica de nada, e a  previsão era  de entrar uma frete fria apos as  14:00  com ventos de 20 nos no quadrante sul sudoeste, fomos ate  pegar a poita de amarracao se vento algum.
 eu nao queria  estar  com um barco  recem conhecido com um motor  de pouca potencia ( ta certo o motor  de um veleiro são as velas, mas elas tambem nao inspiravam confianca ).


Olha o tamanho da  Jaqueira...




O  translado ocorreu  sem  maiores novidades,  so aquela  velha pulga  tempo X combustível,  se bem que levamos um total de 15  litros de gasolina em 3 galoes de 5 litros.
o problema do re-abastecimento sem para, ou quase,  tava me sentindo  um piloto de formula 1.

pegamos as amarras  da  nova casa do Cambuca  por volta das 16:00 desembarcamos a  tralha do inicio e a viagem chegou ao   fim ...

Perai ... e o carro que levariamos de volta pro Rio  ??? putz  ...  tinha ate me esquecido, ficou no acostamento da estrada do contorno laaaa em Angra  ha  ai eh facil ....  pega um  buzao  de Mangaratiba ate Angra ... anda  ate o outro ponto pro Vila  Velha   e tome de esperar o dito,  na  volta pegamos uma chuva  na estrada  aquela que  estava prometida  para chegar com a frente fria as 16:00   ufa ainda bem que nao  foi na agua........ volta ate Mangaratiba   coloca tudo na mala do carro e   quando iamos sair   o noss amigo Miltinho  nos oferece um cafe   feito  na hora ....  recusar  eh uma ofensa.  mais  meia  hora.